quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Review: City of Bones


City of Bones
City of Bones by Cassandra Clare

My rating: 4 of 5 stars



Já havia algum tempo que queria ler esta série, mas ainda não me tinha atrevido a começar por estar sempre em overbooking de leituras, porém o facto de querer ver o filme com o livro já lido impulsionou-me a começar.
É um livro que se lê muito bem. Embora seja uma colecção mais YA (na minha perspectiva de leitora que já passa dos 30, eheh), o enredo está bem construído e a autora consegue despertar-me a curiosidade quanto à interligação de tudo o que já revelou até agora. Tanto que li o livro em 3 dias e já vou a meio do 2º volume.
Mas vamos por partes!

Clary é uma jovem que vive sozinha com a sua mãe na cidade de Nova Iorque, levando uma vida absolutamente normal. Uma noite vai com Simon, o seu melhor amigo, a um clube nocturno e vê umas figuras armadas, suspeitando do que lhe parece ser um assalto. Enquanto Simon vai chamar os seguranças, Clary segue as figuras suspeitas até à arrecadação e depara-se com uma cena intrigante.
Três jovens estarão aparentemente a molestar um outro, que Clary antes vira à entrada do clube.
Depois da surpresa inicial, Alec, Jace e Isabelle (os 3 jovens) demonstram a Clary que o jovem é na verdade um demónio e que andava à procura de uma presa.
Clary não acredita no que os seus olhos vêem, mais do que os jovens acreditam que uma mera humana consiga de facto vê-los e este é o ponto de partida para que as suas vidas não voltem a ser as mesmas.
Quando a mãe de Clary é raptada e ela própria é atacada por demónios, o seu caminho volta a cruzar-se com o de Jace.
A partir daí começa então a tentativa desesperada de encontrar a mãe, revelando a Clary as suas verdadeiras origens, bem como as razões por detrás de todos os estranhos acontecimentos.

Dentro do género Fantástico, até está no género que gosto de ler. Gosto do conceito de mundo oculto bem no meio dos humanos, gosto dos universos e das descrições dos cenários.
Do que menos gosto é, talvez, sentir um pouco a falta de "substância" em alguns personagens. Também me pareceu estranho passarem tanto tempo sozinhos no Instituto. De vez em quando é enervante ter o Jace a gracejar em situações mais sérias. Não sei, há ali coisas que para mim não funcionam, mas regra geral lê-se mesmo muito bem.



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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Review: As Filhas do Graal


As Filhas do Graal

My rating: 4 of 5 stars



Esta autora conquistou-me com «O Nó do Amor», mas se ainda tivesse dúvidas acerca da sua qualidade, com esta obra elas ter-se-iam desvanecido por completo.
Confesso que demorei algum tempo a terminá-lo, mas julgo que tal se deveu mais a factores como cansaço e falta de tempo do que ao desinteresse pela obra. Porque é um livro que exige tempo e concentração.
Inicialmente achei que os elementos simbólicos que vamos encontrando eram demasiado óbvios e que tornavam a obra mais pesada. Continuo a manter essa opinião, mas dou a mão à palmatória, percebendo que há situações em que servem na perfeição ao dramatismo do enredo.
Aliás, o "peso" da escrita é absolutamente esmagador nas partes em que o frei Bernard aparece, com todo o seu fanatismo religioso, assim como em toda a afectação psicológica de Claire. O leitor é arrastado para dentro das suas cabeças e consegue sentir a loucura, o terror de cada um deles e isso para mim, enquanto leitora, é genial quando ainda me acontece.

A história começa quando a protagonista, Bridget, ainda é uma jovem e vamos acompanhando a sua história de vida ao longo de mais de duas décadas. Mas desengane-se o leitor se pensa que o enredo se sentra exclusivamente nela. A trama gira à volta de diversos personagens - uns baseados em figuras históricas, outros pura ficção - e da perseguição feroz feita pela Igreja Católica aos Cátaros. Ao longo das páginas vamos percebendo que há uma teia de acontecimentos que se vai entrelaçando até chegar ao ponto principal do enredo. Curiosamente, após ter andado cerca de metade do livro a tentar perceber onde é que a autora me estava a levar, só quando lá cheguei é que percebi. E isso é muito bom, quando lemos uma coisa e ainda não sabemos tudo o que se vai passar.

Só não lhe dou 5 estrelas porque, apesar de tudo, gostava de ter visto uma Bridget um pouco diferente, menos "discreta" e talvez mais interveniente. Mas aconselho a quem gosta de bons romances históricos.



sábado, 19 de outubro de 2013

Review: Um Beijo na Escuridão


Um Beijo na Escuridão
Um Beijo na Escuridão by Linda Howard

My rating: 3 of 5 stars



Sinopse:
É um trabalho mortal. Eficiente, profissional, e sem remorsos, Lily Mansfield é uma assassina contratada que trabalha como agente da CIA. Os alvos dela são os poderosos e os corruptos. Os que estão acima da lei. Agora, depois de dezanove anos no activo, Lily foi atraída para um perigoso jogo: procurar vingança pela morte dos que lhe eram próximos. Com cada movimentação mais genial que a anterior, ela está a comprometer os seus superiores, atraindo atenções indesejadas e colocando em risco a sua própria vida. Lily sente-se invencível, mas mesmo ela pode ser eliminada se cometer o mais pequeno erro. Se tiver que ser, assim seja, Lily não pretende morrer sem dar luta. Lucas Swain, um agente da CIA, tem ordens simples: trazê-la viva ou morta. No entanto, também ele é atraído para o jogo de Lily, e dança na corda bamba, tentando evitar um incidente internacional enquanto luta contra um obstinado inimigo que lhes segue cada passo. Fascinado pela extrema inteligência de cada movimento dela, conseguirá Lucas terminar a sua missão? Lily vai descobrir o quão letal é o seu caminho... e o quanto a lealdade tem um preço.

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Comprei 3 livros desta autora que não conhecia por mero impulso. Estavam num pack promocional com um bom preço e achei que combinar policial e romance talvez não fosse mau de todo, especialmente sendo uma autora relativamente conhecida.
O que posso dizer acerca disto? Gostei da parte policial. Quero dizer, não tem um enredo cheio de acção. Na verdade, houve partes em que dei por mim a pensar quando é que eles iam realmente fazer qualquer coisa realmente perigosa e/ou que fizesse avançar o enredo.
Também no que diz respeito à história entre os dois achei as coisas um bocado "mornas".
É uma leitura agradável, leve, boa para distrair, mas não achei que tivesse lido uma obra-prima...



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Review: Os Homens que Odeiam as Mulheres


Os Homens que Odeiam as Mulheres
Os Homens que Odeiam as Mulheres by Stieg Larsson

My rating: 5 of 5 stars



Sinopse:
Mikael Blomkvist é um jornalista financeiro que foi condenado por difamação. Este é o ponto de partida do livro que encerra em si vários enredos: o desaparecimento de Harriet Vanger há 40 anos, o caso Wennerström que leva Blomkvist à prisão e Lisbeth Salander, uma investigadora que é legalmente interdita. Durante o espaço de um ano acompanhamos estes 3 enredos que se entrecuzam e que são quase todos resolvidos.

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Há tanto tempo que queria ler este livro e não me desiludiu em nada!

Sou fã do género policial mas tenho lido sobretudo autores americanos. Ou que escrevem dentro do padrão americano, isto é, capítulos curtos, cada um sob a visão de um personagem, numa perspectiva quase cinematográfica.

Aqui o livro divide-se mais numa linha temporal, já que a acção ocorre no espaço de quase um ano.
O protagonista, Mikael Bloomkvist, não é um espião ou sequer um herói de acção. Também não é um anti-herói. É um jornalista reputado e inteligente cuja carreira fica gravemente debilitada depois de ter sido acusado de difamação de um grande empresário.
O enredo inicial é o catalisador da acção, já que se torna no factor determinante para que Mikael aceite a proposta de Vanger, afastando-se do jornalismo durante algum tempo para supostamente escrever a biografia da família.
Por detrás desse pedido está outro, oculto, para ser desempenhado em segredo - o de solucionar o desaparecimento de Harriet Vanger, que ocorreu há 40 anos.

O enredo cruza-se ainda com o de Lisbeth Salander, uma jovem com origens que não são muito reveladas ao leitor, mas cujo talento para trabalhar com computadores é incomparável. Lisbeth e Mikael acabam a trabalhar juntos na solução do mistério.

É um livro fascinante, sem dúvida, que nos mantém em suspense quase até ao fim, já que não há muitas pistas deixadas ao longo do livro e nenhum pormenor é deixado ao acaso.

Falta apenas mencionar que faz parte de uma triologia. Ainda não tenho os outros volumes, mas tenciono que venham cá parar! :)



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domingo, 21 de julho de 2013

Review: O Guerreiro Highlander


O Guerreiro Highlander
O Guerreiro Highlander by Monica McCarty

My rating: 2 of 5 stars



Sinopse:
Caitrina não tenciona trocar o pai e os irmãos por um marido, ainda por cima um dos odiados Campbell, mas a força rude e sensual de Jamie, e um beijo escaldante, ameaçam estilhaçar- -lhe a resistência. Quando o seu mundo idílico se desfaz, a única esperança de salvar o seu clã reside nos braços de Jamie Campbell, o inimigo que ela responsabiliza pela sua ruína. Conseguirão as tréguas precárias, nascidas na escuridão aveludada das suas noites de paixão, forjar um amor tão forte quanto a espada que governa as Terras Altas?

Opinião:
Este foi o 1º livro de Monica McCarty que li. Tenho mais um em lista de espera e vou lê-lo só para «despachar» leitura acumulada na mesa de cabeceira, porque não fiquei com vontade extrema de repetir a dose.
Não é que tenha detestado o livro, o caso nem é esse. Mas não é de todo uma obra brilhante e pouco ou nada me transportou para o clima mágico das Highlands e para o universo que tanto gosto.
Adoro um bom romance histórico, com ou sem Fantástico ali pelo meio, mas este teve ali uma falha qualquer que não fez faísca comigo...
Este livro até nem tem um mau enredo, mas os personagens, os diálogos, o sexo entre ambos...oh amiga Monica, podia ser tudo muito mais...sei lá, MAIS!
Humpf! A juntar à categoria das pequenas desilusões literárias.



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Review: O Highlander Indomável


O Highlander Indomável
O Highlander Indomável by Monica McCarty

My rating: 2 of 5 stars



Sinopse:
Rory MacLeod, um poderoso chefe Highlander só tem um pensamento na vida, o seu clã, jura vingar-se dos MacDonald, apesar de o dever lhe impor o noivado com Isabel MacDonald, que tenciona repudiar. Porém, o guerreiro não estava à espera de uma mulher atraente, uma mulher que lhe põe à prova a força de vontade férrea e lhe desperta uma paixão selvagem. Abençoada com uma beleza incomparável, Isabel MacDonald tenciona, por todos os meios, incluindo a sedução, descobrir o segredo mais bem guardado do marido, ao mesmo tempo que Rory lhe desperta os desejos mais profundos e as fantasias mais doces.
Isabel encontrou a felicidade com que sempre sonhou nos braços do homem que tem de trair e descobre que a paixão pode ser mais perigosa do que a vingança.

Opinião:
Gosto de Highlanders. Pronto, gosto! A cultura, as tradições, os costumes...tudo isso me fascina.
Mas este livro deixou-me com a sensação de que poderia ter sido muito mais...
Romances já li bastantes e a fórmula, basicamente, é igual em quase todos: boy meets girl, tem algo que os impede de ficarem juntos, sentem atracção irresistível, "coiso", resolvem o conflito, vem um sentimento de traição, resolvem conflito, "coiso", fim com happy ending. Nada a saber, OK?
Aqui passa-se tudo isto, mas comparando com tudo o que já li até hoje, não me conseguiram prender.
OK, foi uma leitura rápida (2 dias) mas que me deixou com uma sensação de amargo na boca porque tudo me pareceu demasiado «morno».
Não consigo explicar melhor. Leiam e vejam com os vossos próprios olhos...não é que tivesse detestado o livro, mas também não foi algo que adorasse.




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Review: A confissão da leoa


A confissão da leoa
A confissão da leoa by Mia Couto

My rating: 4 of 5 stars



Sinopse:

Um acontecimento real – as sucessivas mortes de pessoas provocadas por ataques de leões numa remota região do norte de Moçambique – é pretexto para Mia Couto escrever um surpreendente romance. Não tanto sobre leões e caçadas, mas sobre homens e mulheres vivendo em condições extremas.

Opinião:
Há muitos anos que queria ler Mia Couto e pergunto-me a mim própria por que razão nunca o terei feito antes.
A verdade é que, dos trabalhos que conheço deste autor, uma boa parte são contos, um género que pouco me cativou até então. Mas este romance andava a chamar por mim e foi uma das minhas aquisições da Feira do Livro de Lisboa deste ano (2013). Ainda bem que o fiz.
Ser apresentada à obra de um autor desta maneira é magnífico e totalmente compensador.
Mia Couto parte de um acontecimento real e transcende-o, evocando os nossos sentidos. Transporta-nos para o continente africano, a um ritmo mágico e lento, completamente sobrenatural.
A forma como o relato dos acontecimentos se alterna entre as perspectivas das duas personagens, faz com que o leitor consiga atingir pontos de vista diferentes sobre os mesmos, mas nem por isso menos intensos.
Neste livro, a caça ao leão é apenas uma desculpa para nos falar de algo maior: sobre um povo com costumes intrincados e cheio de superstições, sobre as condições extremas em que a maioria das populações africanas (sobre)vive e sobre a bestialidade que ainda impera nos seus usos e costumes, principalmente em relação às mulheres. É também um relato de sentimentos, culpas e transtornos do que tudo isso pode causar.
É um livro mágico. Para ler devagarinho, ao ritmo da vida em Àfrica.



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terça-feira, 9 de julho de 2013

Review: O Assassino Inglês


O Assassino Inglês
O Assassino Inglês by Daniel Silva

My rating: 4 of 5 stars



Sinopse
Espião ocasional e restaurador de arte, Gabriel Allon chega a Zurique para restaurar a obra de um Velho Mestre, a pedido de um banqueiro milionário. Em vez disso, dá por si no meio do sangue do cliente e injustamente acusado do seu homicídio.
Allon vê-se inesperadamente a braços com uma voraz cadeia de acontecimentos, incluindo roubos de arte pelos nazis, um suicídio com várias décadas e um trilho sangrento de assassínios - alguns da sua autoria. O mundo da espionagem que Allon pensava ter colocado de parte vai envolvê-lo uma vez mais. E ele vai ter de lutar pela vida com o assassino que ajudou a treinar.

Opinião
É bom ler acerca de um espião que não faz parte dos serviços secretos americanos e que, apesar de acabar por ser muito eficiente, não é meramente uma máquina de matar.
Gabriel Allon é um personagem que luta contra os fantasmas do passado, tentando não ser devorado por eles. Os assassinatos que comete não lhe passam indiferentes. É inteligente, paciente e meticuloso, o que o torna num excelente restaurador de arte (a sua profissão de disfarce e que abraçou em plano depois do atentado contra a sua família).
A fórmula não é nova. O livro divide-se em capítulos de curta duração, cada um incidindo sobre uma cena/personagem/acontecimento diferentes, que se interligam entre si e constroem o enredo final.
No entanto, gosto da capacidade de o autor me surpreender nos finais. Quando parece que acaba, se calhar não é bem assim ou personagens que parecem uma coisa, se calhar até são mais do que isso.
Em suma, estou a gostar e, tendo em conta que os livros estão a ser publicado em formato de bolso, conto seguir a série.



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A Partícula de Vénus, de Douglas Preston

 
Chancela: Saida de Emergência
Data 1ª Edição: 16/04/2011
ISBN: 9789896373320
Nº de Páginas: 400
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa mole
Preço Capa: 19,45 €
Preço Final: 17,51 €
Poupa: 1,94 € (-10%)
Portes Grátis para Portugal
Disponibilidade Imediata

 

 


Sinopse

Um meteorito desaparecido há décadas...Um cientista com ambição suficiente para matar...Um monge que quer salvar o mundo...Uma agência governamental com uma missão sinistra...A maior descoberta científica de sempre...Ao cavalgar pelos desertos do Novo México, Tom Broadbent encontra um homem moribundo. Chama-se Stem Weather e acaba de ser alvejado. Antes de morrer, o homem entrega a Tom um caderno de notas coberto de números misteriosos e pede-lhe que o entregue à sua filha. Ao prometer fazer a vontade do falecido, Tom nem sonha que acaba de se transformar no novo alvo do assassino de Stem, um antigo presidiário contratado por alguém que quer encontrar os fósseis de um Tyrannosaurus Rex. Fósseis que conterão uma pista sobre a extinção de dinossauros. Inicia-se assim uma batalha entre cientistas e uma sinistra agência governamental desesperada para ocultar o segredo explosivo. Se falharem, não evitarão outra extinção... desta vez a da própria raça humana.

 Opinião:

Tom Broadbent é o veterinário local e gosta de cavalgar pela solidão do deserto. Numa dessas saídas, encontra um caçador de fósseis moribundo, que lhe entrega um caderno de apontamentos para que o entregue à sua filha.
A partir do momento em que Tom aceita a missão de encontrar a filha do moribundo, é alvo da perseguição do assassino.
Ao mesmo tempo, é feita uma descoberta aterradora numa das amostras que o moribundo carregava consigo.
A trama é interessante, o pressuposto até pode ser válido e é um livro que se pode ler rapidamente.
Comigo não aconteceu assim. Apesar de ter gostado da história no geral, sinto que a "fórmula" começa a ficar gasta (capítulos curtos, cada um dedicado a um dos personagens intervenientes na história, quase como um registo cinematográfico).
O que também não me convenceu foi o facto de nunca ter ficado explicado o porquê de tão longas cavalgadas pelo deserto de Tom e como é que a sua esposa era tão capaz a lutar e a disparar armas contra o assassino.
Não que precise de ter tudo explicado, mas simplesmente há coisas que engulo, há outras que não e este a mim não me convenceu.
Ainda assim, para que é apreciador do género, não é mau de todo.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Review: O Artista da Morte


O Artista da Morte
O Artista da Morte by Daniel Silva

My rating: 5 of 5 stars



Descobrir este autor foi uma agradável surpresa.
Sou fã de policiais e espionagem e confesso que já tinha saudades de ler algo dentro deste género.
Este é o 1º volume da série protagonizada por Gabriel Allon um ex-agente secreto israelita que é internacionalmente conhecido como um dos melhores restauradores de arte.
Depois de uma década fora do mundo da espionagem, Gabriel regressa a pedido do seu antigo superior, a fim de ajudá-lo a recuperar a reputação do Departamento e a apanhar um conhecido terrorista, responsável pelo atentado que vitimou a sua esposa dez anos antes.
Numa sucessão de cenas, que alternam entre a perspectiva dos diferentes personagens, Daniel Silva leva-nos para um mundo oculto dos olhos da maioria da sociedade, onde reina o perigo e a audácia, juntamente com os demónios internos de cada um.
Gostei muito. Definitivamente, uma série a seguir.

Apenas duas notas adicionais:
- a colecção está editada em formato de bolso;
- não foi editada pela ordem correcta, pelo que convém consultar a lista dos títulos do autor para saber qual a ordem de leitura



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sexta-feira, 15 de março de 2013

Review: Ruthless Game


Ruthless Game
Ruthless Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



No 9º volume da série Ghostwalker, Kane (um dos membros da 3ª equipa de Ghostwalkers que nos foi apresentada no volume anterior), parte para o México, no que é suposto ser uma missão de resgate de reféns.
Aí acaba por encontrar Rose, a mulher a quem ajudara a escapar de um dos complexos militares do Dr. Whitney (ver a história do volume de Ken Norton com Marigold).
Rose fazia parte do programa de reprodução engendrado pelo cientista e Kane foi o soldado escolhido para ser o progenitor da criança. Quando Rose consegue escapar, ambos sabiam que estava grávida e Kane passou os meses seguintes a procurá-la, sem sucesso.
A missão de salvamento complica-se e Kane e Rose acabam por ficar para trás. Rose não confia em ninguém e Kane não a quer voltar a perder, especialmente agora que a criança está prestes a nascer.
Será que Rose conseguirá aprender a confiar nele, quando todos à sua volta sempre a traíram? Conseguirão ambos proteger o filho das garras de Whitney?

O que é que eu posso dizer acerca disto sem estragar o prazer de descobrir a história ao longo das páginas? Bem, as cenas de acção são entusiasmantes e empolgantes, como sempre, repletas de tácticas militares.
Noto que, de volume para volume, conforme nos vamos embrenhando mais neste mundo, a autora vai dando mais pormenores acerca das capacidades dos Ghostwalkers e que, embora muitos dos homens das equipas tenham talentos/capacidades semelhantes, houve uma evolução entre a primeira equipa e as outras criadas posteriormente.
Gostei muito do facto de, uma vez mais, a autora se ter centrado um pouco mais na acção e na envolvência sentimental entre os protagonistas e não tanto na relação física, como aconteceu em volumes anteriores. As descrições continuam a ser ricas em pormenores e o enredo está repleto de sensualidade, mas noto que houve uma maior preocupação em dar conteúdo aos personagens.
Kane é um excelente soldado, mas é também um homem com valores morais, honesto e sensato. Corre o risco de se tornar o meu Ghostwalker favorito :)



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quarta-feira, 6 de março de 2013

Review: Street Game


Street Game
Street Game by Christine Feehan

My rating: 4 of 5 stars



A autora introduz neste livro uma nova equipa de Ghostwalkers - a Equipa 3.
Esta equipa é especialista em guerrilha de rua, onde os perigos espreitam a cada esquina e podem estar disfarçados de muita coisa.
É um grupo coeso, que cresceu junto e entrou para o programa do Dr. Whitney na esperança de desenvolver melhores capacidades para desempenhar as suas funções.
O protagonista, Mack, é o líder da equipa e juntos perseguem um grupo terrorista - Doomsday - que lhes tem escapado por entre os dedos até então.
Mas a pista que recebem leva-os a um armazém ocupado por uma única mulher: Jaimie. Antigo membro da Equipa 3 e ex-namorada de Mack, Jaimie conseguiu sair e estabelecer-se por conta própria, graças ao seu enorme talento para computadores e tecnologia.
Apesar de ter abandonado Mack dois anos antes, a atracção que sentem um pelo outro reacende-se no momento em que se encontram.
Desconfiando que caíram numa armadilha, começam a tentar perceber quem os poderá ter enviado ao encontro de Jaimie e por que razão a célula da Doomsday está inactiva após um conveniente ataque cardíaco do seu líder. Para agravar mais a situação, Jaimie é alvo de ameaças e tentativa de assassinato.
Quem estará por detrás de toda esta conspiração?
Conseguirão ambos aceitar as suas diferenças e trabalhar em conjunto para apanhar os responsáveis?
Conseguirá Jaimie voltar a usar o seu dom psíquico para ajudar a equipa?


Inicialmente confesso que estranhei um pouco a introdução de uma nova equipa, quando ainda existem outras personagens para trabalhar das outras duas. Mas depois compreendi que após 7 livros a trabalhar exaustivamente com os mesmos personagens, a série precisava de uma lufada de ar fresco, especialmente após o desapontamento que foi o livro anterior...
Além disso, um dos membros desta equipa já tinha aparecido num dos livros anteriores (lembram-se de Kane, que ajudou Rose - a amiga de Mari e que estava grávida - a fugir do complexo?).
Foi muito bom conhecer a nova equipa e sentir a coesão do grupo, enquanto família. Gostei do facto de não ter havido cenas de sexo logo no início da história, o que se tornou consistente com os sentimentos que ambos os personagens partilhavam.
Como sempre, o enredo dá inúmeras voltas, mas a conspiração é fascinante, embora por vezes se torne um pouco confuso estar a reter tanto pormenor, especialmente quando estou a ler os livros em inglês...
Mas gostei.
Como nota, fica a menção a uma 4ª equipa de Ghostwalkers, aparentemente Força Aérea/Paraquedistas de elite...




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Review: Murder Game


Murder Game
Murder Game by Christine Feehan

My rating: 3 of 5 stars



Neste 7º livro da série, encontramos Keane, um dos membros da 1ª equipa de Ghostwalkers.
Uma série de assassinatos, aparentemente aleatórios, nas duas costas dos EUA despertam a atenção dos seus superiores, pois aparentemente estarão a ser cometidos por Ghostwalkers.
Keane é então enviado numa missão para descobrir qual das equipas anda a cometer os crimes. Mas não poderá contar com a ajuda da sua equipa, pois até ao momento, todos estarão sob suspeita.
É então que se depara com Tansy, uma «perseguidora de elite» (elite tracker), a única que o pode ajudar. Mas ela desistiu de usar os seus poderes depois de quase ter sido destruída por eles no passado.
Será que Tansy vai conseguir ficar indiferente a tantas mortes? E quem serão os homens que a tentam matar?
Dividida entre o medo e o dever, encontra em Keane protecção e refúgio, enquanto tentam resolver o quebra-cabeças do Jogo da Morte.

Em relação à impressão com que fiquei deste livro, acho que desenvolvi uma espécie de «amor-ódio» com a história. Isto porque gosto da parte das missões e da acção e Christine Feehan é exímia nas descrições e nos pormenores - técnicas de assalto, armas, poderes sobrenaturais...
Mas a parte que geralmente também me desperta interesse - o romance entre os 2 personagens - desta vez acho que foi levada ao extremo.
Tive muita pena que isso tivesse acontecido, logo no livro em que Keane é o protagonista, já que era um dos meus favoritos desde o início da série e tinha esperança que o livro dedicado a ele fosse mais interessante.
É pena que a autora não lhe tenha dado um conteúdo mais rico e intenso enquanto personagem, pois parece que o homem só pensa em fazer sexo com a protagonista. Eu gosto das cenas tórridas que a autora descreve, mas acho que neste livro é levado ao extremo do exagero.
Vamos ver o que o próximo me reserva.



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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Review: Conspiracy Game


Conspiracy Game
Conspiracy Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



Jack Norton é um dos mais temidos snipers, a par com o seu irmão gémeo, Ken. A tal ponto que os próprios Ghostwalkers tem receio do seu temperamento.
No volume anterior, Ken foi feito prisioneiro no Congo e é alvo de uma operação de resgate. Nessa operação, Jack fica para trás a fim de dar à sua equipa a possibilidade de fugir com o irmão, mas é depois feto prisioneiro e torturado pela mão de um general sanguinário.
Briony é a mais nova de 5 irmãos e faz parte de um circo convidado a actuar num Festival de Música em Kinshasa - Congo. Adoptada em criança, e sujeita a uma educação especial, desde cedo soube que era diferente de todos à sua volta. Para ela é uma tortura estar perto de pessoas, já que absorve todas as emoções que emanam.
Briony conhece Jack quando ele escapa do acampamento do general e procura ajuda junto de um dos seus irmãos, um ex-SEAL com quem já trabalhara.
A atracção entre ambos é instantânea e envolvem-se às escondidas da família de Briony. Mas o impensável acontece: Briony engravida e vê-se perseguida por soldados que - tal como ela e Jack - foram geneticamente modificados. A sua única esperança é procurar a protecção de Jack, que entretanto já regressou a casa.
Mas será que o passado sombrio de Jack o fará resistir à relação de ambos ou conseguirá Briony entrar dentro do coração do mais implacável dos assassinos dos Ghostwalkers?
No 4º volume, a trama intensifica-se ainda mais. Começam a descobrir-se cada vez mais contornos sobre a história que está por detrás das experiências do Dr. Whitney.



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Review: Night Game


Night Game
Night Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



O 3º volume da série Ghostwalkers, Night Game, começa a delinear os contornos de uma trama cada vez mais intensa.
Gator volta à sua terra natal para procurar uma velha conhecida e Lily pede-lhe que tente encontrar ao mesmo tempo uma das raparigas vítimas das experiências do seu pai, Iris "Flame" Johnson.
Dona de uma voz fantástica e sedutora, Flame é também portadora de um grande poder. Mas Flame não confia em ninguém e está determinada em não voltar a um laboratório e ser vítima de mais experiências.
Gator e Flame encontram-se e vêem-se envolvidos no meio de uma situação de perigo extremo e começa a ser desenterrada uma trama que poderá colocar muitas vidas em perigo, principalmente as deles.



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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Review: Mind Game


Mind Game
Mind Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



Mind Game é o 2º volume da série Ghostwalkers, que nos apresenta um grupo de pessoas com capacidades psíquicas diversas, como resultado de experiências científicas levadas a cabo pelo Dr. Peter Whitney, um cientista de renome.
O livro anterior serviu para nos apresentar o início do enredo, que começa quando o Dr. Whitney é assassinado e a sua filha decide investigar quem está por detrás da sua morte.
Ao encontrar num laboratório secreto do pai todos os registos sobre a sua investigação e experiências científicas, descobre que outras crianças para além dela, também foram alvo das experiências do pai.
Sabendo as repercussões que os poderes psíquicos trazem, Lily dedica-se então a tentar encontrá-las, com a ajuda dos outros Ghostwalkers.
Neste 2º livro dá-se então continuidade à história, quando Lily consegue encontrar uma das outras crianças, que foi mantida num sanatório durante uma boa parte da sua vida.
Nicolas Trevane é um dos mais reservados, mas mais temidos entre os homens de Ryland Miller e voluntaria-se para ir resgatar Dhalia LeBlanc, hoje já uma mulher adulta e com um poder enorme, mas instável.
Ao longo do enredo ficamos a perceber por que razão Dhalia sente que tem que estar isolada, mesmo quando a atracção entre ela e Nicolas é demasiado evidente. Uma vez mais, a autora consegue uma trama cheia de aventura, perigo e acção, com uma grande dose de sensualidade, que nos prende desde os primeiros momentos.
Definitivamente uma série a seguir.



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Review: Shadow Game


Shadow Game
Shadow Game by Christine Feehan

My rating: 0 of 5 stars



Shadow Game é o 1º livro da série Ghostwalkers, de Christine Feehan.
Neste primeiro volume, encontramos Lily Whitney, a filha de um ilustre e respeitado cientista, o Dr. Peter Whitney, que se vê a braços com uma terrível descoberta depois da morte do seu pai.
Investingando o seu assassinato, Lily descobre que o seu pai levou a cabo ao longo da vida diversas experiências em seres humanos, incluindo com ela própria.
Sem saber muito bem em quem confiar, estabelece uma forte ligação com Ryland Miller, um dos soldados que também foi alvo das experiências do pai. Juntamente com os homens de Ryland, a quem salva e ajuda, Lily começa lentamente a desenterrar as peças do puzzle que a levam até ao verdadeiro assassino.

Neste 1º volume, a autora introduz-nos o mundo dos Ghostwalkers, um grupo de pessoas cujas capacidades psíquicas foram aumentadas pelo pai de Lily e que fazem parte de um projecto governamental. O atracção entre os protagonistas do livro é aparente, forte e contaminante desde o início da história.
Quem conhece a autora, sabe desde logo que ao longo das páginas do livro irá encontrar cenas de uma enorme sensualidade, que prendem a atenção. Mas não é só isso que se encontra. O enredo, ligado à investigação científica, é muito interessante e cativante e há sempre uma boa dose de acção envolvida, que não nos deixa cair na monotonia da relação entre os personagens.
Fiquei curiosa para ler o 2º volume.



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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Review: Highlander - Para Além das Brumas


Highlander - Para Além das Brumas
Highlander - Para Além das Brumas by Karen Marie Moning

My rating: 4 of 5 stars



Sinopse
UM LAIRD FASCINANTE

Ele era conhecido por todo o reino como Açor, lendário predador de campos de batalha e alcovas. Não havia mulher capaz de recusar o seu toque, mas mulher alguma lhe fizera jamais estremecer o coração — até uma vingativa fada trazer Adrienne de Simone, aos trambolhões, da Seattle dos tempos atuais para a Escócia medieval. Cativa num século que não era o seu, ousada até mais não, sem papas na língua, ela era um desafio irresistível para o conquistador do século XVI. Coagida a casar-se com Açor, Adrienne jurou mantê-lo à distância — mas a sua doce sedução devastou tal resolução.



UMA PRISIONEIRA NO TEMPO

Ela tinha um perfeito “não” nos seus perfeitos lábios para o famigerado laird, mas Açor jurou que ela haveria de sussurrar o seu nome com desejo, implorando a paixão que ele ansiava por inflamar dentro dela. Nem mesmo as barreiras do tempo e do espaço o deteriam na conquista do seu amor. Apesar da sua incerteza quanto a seguir os impulsos do seu coração apaixonado, as reservas de Adrienne não igualavam a determinação de Açor em mantê-la ao seu lado…


Eu gosto da autora e gostei deste livro,que é na realidade o 1º livro da série.
Pena que não foi publicada por ordem e isso baralha um pouco o leitor. É que apesar de serem enredos diferentes, há personagens que aparecem em volumes posteriores e que depois de vermos o seu desenvolvimento, é estranho voltarmos a vê-los como eram antes.



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Review: A Deusa sentada


A Deusa sentada
A Deusa sentada by Helena Marques

My rating: 5 of 5 stars



Amei a história, embora já a tenha lido há demasiado tempo para me conseguir lembrar dos pormenores, por isso deixo aqui uma descrição que encontrei.

Romance escrito pela autora portuguesa Helena Marques e publicado em 1994.
Depois da morte dos pais, Laura e a prima, Matilde, partem para Malta, à procura das suas raízes familiares. O regresso às origens, implicando um processo de catarse, que passa pela reflexão sobre o contexto geracional e histórico que agiu sobre os seus destinos, com uma incursão amarga sobre o fracasso da utopia da geração de sessenta e sobre um 25 de abril que chegou tarde de mais para as vítimas da revolução adiada, confinará com o reencontro de uma harmonia perdida, propiciada pelo espaço fascinante de Malta. Por isso, "mais do que a divindade pré-histórica de Hagar Quim, é Malta, ela própria, pela soberana resistência a invasões e ocupações, pela sólida, sábia preservação da sua cultura e da sua identidade, que dá o nome ao livro" (da contracapa).





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Review: O Último Cais


O Último Cais
O Último Cais by Helena Marques

My rating: 5 of 5 stars



Este romance relata a saga do família Vella ou Villa, no Funchal, no século XIX. Mostra o isolamento e confinamento dos habitantes de uma ilha. A notícia só chega com o próximo navio para aqueles que não podem deixar a ilha.

O último cais começa com o diário de bordo, de 4 de setembro de 1879. O enredo trata do casamento feliz de Marcos Vaz de Lacerda, comandante de navio, e de Raquel. O principal em sua vida é o amor por Raquel. Não tem medo de mostrar seus sentimentos. Raquel e eu temos a felicidade escrita em cada milímetro de pele, em cada fibra de voz, e ninguém se apercebe, ninguém vê.

O amor é correspondido por Raquel. Mas ela quer saber quem são seus antepassados. Quem eram os Villas, como viviam, como eram essas mulheres de que ela teria herdado, ao que se conjecturava, o cabelo cor de vinho velho, as pernas altas e a rebeldia? Sabe que seu avô André Vella veio de Malta para o Funchal. O sobrenome Vella mudou para Villa em terras portuguesas.

É feliz na ilha, apesar do isolamento. A única vez que viaja vai para a Guiana Britânica, a bordo do navio de seu marido. Engravida, dá à luz Clara e morre.

Marcos casa-se novamente após algum tempo. Casa-se com Luciana, com quem também é feliz. Marcos mostra que se pode ser feliz com mais de uma mulher. Cada amor é diferente. “Marcos amou-a mas dentro das limitações estritas que lhe consentia a fidelidade a Raquel.”

O romance termina em 1904.

Uma história deliciosa de uma família contada pelas vozes das suas mulheres.



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