quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Review: Conspiracy Game


Conspiracy Game
Conspiracy Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



Jack Norton é um dos mais temidos snipers, a par com o seu irmão gémeo, Ken. A tal ponto que os próprios Ghostwalkers tem receio do seu temperamento.
No volume anterior, Ken foi feito prisioneiro no Congo e é alvo de uma operação de resgate. Nessa operação, Jack fica para trás a fim de dar à sua equipa a possibilidade de fugir com o irmão, mas é depois feto prisioneiro e torturado pela mão de um general sanguinário.
Briony é a mais nova de 5 irmãos e faz parte de um circo convidado a actuar num Festival de Música em Kinshasa - Congo. Adoptada em criança, e sujeita a uma educação especial, desde cedo soube que era diferente de todos à sua volta. Para ela é uma tortura estar perto de pessoas, já que absorve todas as emoções que emanam.
Briony conhece Jack quando ele escapa do acampamento do general e procura ajuda junto de um dos seus irmãos, um ex-SEAL com quem já trabalhara.
A atracção entre ambos é instantânea e envolvem-se às escondidas da família de Briony. Mas o impensável acontece: Briony engravida e vê-se perseguida por soldados que - tal como ela e Jack - foram geneticamente modificados. A sua única esperança é procurar a protecção de Jack, que entretanto já regressou a casa.
Mas será que o passado sombrio de Jack o fará resistir à relação de ambos ou conseguirá Briony entrar dentro do coração do mais implacável dos assassinos dos Ghostwalkers?
No 4º volume, a trama intensifica-se ainda mais. Começam a descobrir-se cada vez mais contornos sobre a história que está por detrás das experiências do Dr. Whitney.



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Review: Night Game


Night Game
Night Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



O 3º volume da série Ghostwalkers, Night Game, começa a delinear os contornos de uma trama cada vez mais intensa.
Gator volta à sua terra natal para procurar uma velha conhecida e Lily pede-lhe que tente encontrar ao mesmo tempo uma das raparigas vítimas das experiências do seu pai, Iris "Flame" Johnson.
Dona de uma voz fantástica e sedutora, Flame é também portadora de um grande poder. Mas Flame não confia em ninguém e está determinada em não voltar a um laboratório e ser vítima de mais experiências.
Gator e Flame encontram-se e vêem-se envolvidos no meio de uma situação de perigo extremo e começa a ser desenterrada uma trama que poderá colocar muitas vidas em perigo, principalmente as deles.



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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Review: Mind Game


Mind Game
Mind Game by Christine Feehan

My rating: 5 of 5 stars



Mind Game é o 2º volume da série Ghostwalkers, que nos apresenta um grupo de pessoas com capacidades psíquicas diversas, como resultado de experiências científicas levadas a cabo pelo Dr. Peter Whitney, um cientista de renome.
O livro anterior serviu para nos apresentar o início do enredo, que começa quando o Dr. Whitney é assassinado e a sua filha decide investigar quem está por detrás da sua morte.
Ao encontrar num laboratório secreto do pai todos os registos sobre a sua investigação e experiências científicas, descobre que outras crianças para além dela, também foram alvo das experiências do pai.
Sabendo as repercussões que os poderes psíquicos trazem, Lily dedica-se então a tentar encontrá-las, com a ajuda dos outros Ghostwalkers.
Neste 2º livro dá-se então continuidade à história, quando Lily consegue encontrar uma das outras crianças, que foi mantida num sanatório durante uma boa parte da sua vida.
Nicolas Trevane é um dos mais reservados, mas mais temidos entre os homens de Ryland Miller e voluntaria-se para ir resgatar Dhalia LeBlanc, hoje já uma mulher adulta e com um poder enorme, mas instável.
Ao longo do enredo ficamos a perceber por que razão Dhalia sente que tem que estar isolada, mesmo quando a atracção entre ela e Nicolas é demasiado evidente. Uma vez mais, a autora consegue uma trama cheia de aventura, perigo e acção, com uma grande dose de sensualidade, que nos prende desde os primeiros momentos.
Definitivamente uma série a seguir.



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Review: Shadow Game


Shadow Game
Shadow Game by Christine Feehan

My rating: 0 of 5 stars



Shadow Game é o 1º livro da série Ghostwalkers, de Christine Feehan.
Neste primeiro volume, encontramos Lily Whitney, a filha de um ilustre e respeitado cientista, o Dr. Peter Whitney, que se vê a braços com uma terrível descoberta depois da morte do seu pai.
Investingando o seu assassinato, Lily descobre que o seu pai levou a cabo ao longo da vida diversas experiências em seres humanos, incluindo com ela própria.
Sem saber muito bem em quem confiar, estabelece uma forte ligação com Ryland Miller, um dos soldados que também foi alvo das experiências do pai. Juntamente com os homens de Ryland, a quem salva e ajuda, Lily começa lentamente a desenterrar as peças do puzzle que a levam até ao verdadeiro assassino.

Neste 1º volume, a autora introduz-nos o mundo dos Ghostwalkers, um grupo de pessoas cujas capacidades psíquicas foram aumentadas pelo pai de Lily e que fazem parte de um projecto governamental. O atracção entre os protagonistas do livro é aparente, forte e contaminante desde o início da história.
Quem conhece a autora, sabe desde logo que ao longo das páginas do livro irá encontrar cenas de uma enorme sensualidade, que prendem a atenção. Mas não é só isso que se encontra. O enredo, ligado à investigação científica, é muito interessante e cativante e há sempre uma boa dose de acção envolvida, que não nos deixa cair na monotonia da relação entre os personagens.
Fiquei curiosa para ler o 2º volume.



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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Review: Highlander - Para Além das Brumas


Highlander - Para Além das Brumas
Highlander - Para Além das Brumas by Karen Marie Moning

My rating: 4 of 5 stars



Sinopse
UM LAIRD FASCINANTE

Ele era conhecido por todo o reino como Açor, lendário predador de campos de batalha e alcovas. Não havia mulher capaz de recusar o seu toque, mas mulher alguma lhe fizera jamais estremecer o coração — até uma vingativa fada trazer Adrienne de Simone, aos trambolhões, da Seattle dos tempos atuais para a Escócia medieval. Cativa num século que não era o seu, ousada até mais não, sem papas na língua, ela era um desafio irresistível para o conquistador do século XVI. Coagida a casar-se com Açor, Adrienne jurou mantê-lo à distância — mas a sua doce sedução devastou tal resolução.



UMA PRISIONEIRA NO TEMPO

Ela tinha um perfeito “não” nos seus perfeitos lábios para o famigerado laird, mas Açor jurou que ela haveria de sussurrar o seu nome com desejo, implorando a paixão que ele ansiava por inflamar dentro dela. Nem mesmo as barreiras do tempo e do espaço o deteriam na conquista do seu amor. Apesar da sua incerteza quanto a seguir os impulsos do seu coração apaixonado, as reservas de Adrienne não igualavam a determinação de Açor em mantê-la ao seu lado…


Eu gosto da autora e gostei deste livro,que é na realidade o 1º livro da série.
Pena que não foi publicada por ordem e isso baralha um pouco o leitor. É que apesar de serem enredos diferentes, há personagens que aparecem em volumes posteriores e que depois de vermos o seu desenvolvimento, é estranho voltarmos a vê-los como eram antes.



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Review: A Deusa sentada


A Deusa sentada
A Deusa sentada by Helena Marques

My rating: 5 of 5 stars



Amei a história, embora já a tenha lido há demasiado tempo para me conseguir lembrar dos pormenores, por isso deixo aqui uma descrição que encontrei.

Romance escrito pela autora portuguesa Helena Marques e publicado em 1994.
Depois da morte dos pais, Laura e a prima, Matilde, partem para Malta, à procura das suas raízes familiares. O regresso às origens, implicando um processo de catarse, que passa pela reflexão sobre o contexto geracional e histórico que agiu sobre os seus destinos, com uma incursão amarga sobre o fracasso da utopia da geração de sessenta e sobre um 25 de abril que chegou tarde de mais para as vítimas da revolução adiada, confinará com o reencontro de uma harmonia perdida, propiciada pelo espaço fascinante de Malta. Por isso, "mais do que a divindade pré-histórica de Hagar Quim, é Malta, ela própria, pela soberana resistência a invasões e ocupações, pela sólida, sábia preservação da sua cultura e da sua identidade, que dá o nome ao livro" (da contracapa).





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Review: O Último Cais


O Último Cais
O Último Cais by Helena Marques

My rating: 5 of 5 stars



Este romance relata a saga do família Vella ou Villa, no Funchal, no século XIX. Mostra o isolamento e confinamento dos habitantes de uma ilha. A notícia só chega com o próximo navio para aqueles que não podem deixar a ilha.

O último cais começa com o diário de bordo, de 4 de setembro de 1879. O enredo trata do casamento feliz de Marcos Vaz de Lacerda, comandante de navio, e de Raquel. O principal em sua vida é o amor por Raquel. Não tem medo de mostrar seus sentimentos. Raquel e eu temos a felicidade escrita em cada milímetro de pele, em cada fibra de voz, e ninguém se apercebe, ninguém vê.

O amor é correspondido por Raquel. Mas ela quer saber quem são seus antepassados. Quem eram os Villas, como viviam, como eram essas mulheres de que ela teria herdado, ao que se conjecturava, o cabelo cor de vinho velho, as pernas altas e a rebeldia? Sabe que seu avô André Vella veio de Malta para o Funchal. O sobrenome Vella mudou para Villa em terras portuguesas.

É feliz na ilha, apesar do isolamento. A única vez que viaja vai para a Guiana Britânica, a bordo do navio de seu marido. Engravida, dá à luz Clara e morre.

Marcos casa-se novamente após algum tempo. Casa-se com Luciana, com quem também é feliz. Marcos mostra que se pode ser feliz com mais de uma mulher. Cada amor é diferente. “Marcos amou-a mas dentro das limitações estritas que lhe consentia a fidelidade a Raquel.”

O romance termina em 1904.

Uma história deliciosa de uma família contada pelas vozes das suas mulheres.



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